sexta-feira, 13 de maio de 2016

Acidente na Av. Deusdedith Salgado

Condutor de um C4 perdeu controle do veiculo e bateu em uma estrutura de ferro da Thema Veiculos na Av. Deusdedith Salgado. O motorista foi socorrido e passa bem


quinta-feira, 12 de maio de 2016

Obras do novo viaduto que vai ligar avenida a bairro em Juiz de Fora começaram nessa quinta

Trabalhos iniciaram pela Rua Coronel Delfino Nonato Faria, no Santa Teresa.
Obra foi orçada em R$11.200.000,00; a previsão de conclusão é 18 meses.

Viaduto Tupynambás Juiz de Fora  (Foto: Reprodução/TV Integração)A Prefeitura de Juiz de Fora anunciou, nesta quinta-feira (12), em coletiva à imprensa, o início das obras de construção do viaduto Tupynambás, que vai ligar a Avenida Brasil ao Bairro Poço Rico.
Os trabalhos começaram pela Rua Coronel Delfino Nonato Faria, próximo à Praça Doutor Antônio Carlos Pereira, no Bairro Santa Teresa. Serão dois viadutos paralelos, que irão transpor a linha férrea, até a Rua Cláudio Martins Chaves, no Bairro Poço Rico, e dar mais fluidez ao trânsito da região.
Cada viaduto terá cerca de 150 metros de comprimento, contendo duas pistas de 3,5 metros de largura e uma passarela de pedestres com 1,30 metro de largura. Os equipamentos estarão na mesma altura da ponte Luiz Ernesto Bernardino Alves Filho e serão outra alternativa de acesso à região sul.
A obra foi orçada em R$ 11.200.000,00 e a verba é proveniente de um convênio firmado entre a Prefeitura de Juiz de Fora e o Governo de Minas Gerais. A previsão é que o viaduto seja concluído em 18 meses.

Dilma fará pronunciamento na manhã desta quinta-feira

Presidente deixará Planalto pela porta da frente ao lado do ex-presidente Lula
Além da fala no Palácio do Planalto, Dilma divulgará um vídeo nas redes sociaisRoberto Stuckert Filho/Presidência da República
A presidente da República, Dilma Rousseff, marcou para ás 10h desta quinta-feira (12) um pronunciamento no Salão Leste do Palácio do Planalto. A fala de Dilma feita a manifestantes e movimentos sociais, deve ocorrer após a votação do Senado a respeito de seu afastamento.
Além do pronunciamento, que não permite que os jornalistas presentes façam preguntas, o Planalto deve divulgar um vídeo gravado por Dilma nas redes sociais da Presidência.
A presidente Dilma Rousseff deixará o Palácio do Planalto pela porta da frente, acompanhada de ministros e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, logo depois de receber a notificação do Senado sobre seu afastamento.
Convencida por Lula, a presidente desistiu de descer a rampa do Palácio do Planalto para não dar a ideia de que, de alguma forma, concordava com seu afastamento e chancelava a decisão do Senado de abrir o processo de impeachment. Tradicionalmente, um presidente sobe a rampa ao ser eleito e só desce por ela ao entregar seu mandato a um sucessor.
A presidente chegou a gravar, nesta tarde, um pronunciamento à nação, mas a opção do Planalto foi que ela faça um discurso,pois sua fala pode atingir a base social do PT, o que não aconteceria com a divulgação de um vídeo nas redes sociais.
Na reunião desta manhã, dos 30 ministros presentes, a maioria afirmou que sairia com a presidente do Planalto. Alguns, como o ministro da Chefia de Gabinete da Presidência, Jaques Wagner, pretendem fazer a caminhada de quase cinco quilômetros entre o Planalto e o Palácio da Alvorada, acompanhando os manifestantes. Dilma, no entanto, deve ir de carro.
A previsão é que Dilma receba a notificação, entregue pelo primeiro secretário do Senado, senador Vicentinho Alves (PT-TO), entre 9h e 10h da quinta-feira. Em seguida, enquanto o senador vai à vice-presidência notificar Michel Temer, Dilma sai do Planalto ao encontro dos manifestantes. 
Antes disso, parlamentares que ainda apoiam o governo pretendem ir para o Planalto esperar a notificação com a presidente, para acompanhá-la na saída.

Sem ganhar nenhuma eleição, PMDB emplaca terceiro presidente em 30 anos

Sem vencer nenhuma eleição para Presidência da República em seus 50 anos de história, o PMDB assumirá o cargo pela terceira vez em pouco mais de 30 anos. Com a confirmada ascensão de Michel Temer, o partido passa a ter "100% de aproveitamento" de seus três vices, que chegaram à Presidência.
O primeiro governo federal do PMDB se iniciou em 1985, com José Sarney. Ele assumiu a Presidência por causa da morte de Tancredo Neves, também peemedebista, que venceu a eleição indireta em janeiro daquele ano, mas adoeceu e morreu antes mesmo de tomar posse.
Sarney, porém, não tinha nenhum histórico no PMDB e se filiou em agosto de 1984, deixando o PDS num acordo com setores mais conservadores para poder concorrer como vice de Tancredo.
O segundo presidente peemedebista também se filiou em cima da hora. Itamar Franco assinou ficha em maio de 1992, quando o governo Collor já enfrentava uma grave crise de popularidade. Itamar foi eleito pelo PRN, junto com Collor, mas deixou o partido após uma reforma ministerial feita em abril daquele ano. Em 2 de outubro, assumiu como presidente interino após abertura de processo de impeachment --que viria a ser aprovado em dezembro.
A reportagem do UOL procurou a assessoria de imprensa do PMDB na terça-feira (10) para que comentasse sobre a nova ascensão de um peemedebista ao poder. Foram feitos contato por telefone e por dois e-mails, mas até a publicação da reportagem não houve resposta.

Derrotas nas urnas

O PMDB nasceu como MDB, em 24 de março de 1966, após o Ato Institucional 2, que instalou o bipartidarismo no país. Em 30 de junho de 1981, o partido se transformou em PMDB e é hoje a legenda mais antiga e com maior número de filiados do país: 2,4 milhões de pessoas.
Desde a redemocratização e a retomada das eleições diretas para presidente, o PMDB tentou por duas vezes chegar ao cargo máximo do país, mas as tentativas acabaram marcadas por fiascos. 
Em 1989, o PMDB lançou Ulysses Guimarães ainda sob a égide de ter lutado pelas Diretas Já e liderado a Constituição de 1988. Porém, ficou apenas na 7ª colocação, com 4,6% dos votos válidos. 
Em 1994, foi a vez de Orestes Quércia ser candidato pelo partido, mas recebeu 4,3% dos votos, também longe de chegar ao segundo turno --disputado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em 2002, o PMDB concorreu à chapa majoritária de José Serra (PSDB) com a vice-candidatura de Rita Camata --derrotada em segundo turno por Lula. Em 2010, voltou ao poder com a eleição de Michel Temer como vice de Dilma Rousseff (PT).

"Em mil pedaços"

Segundo o cientista político Michel Zaidan Filho, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), uma das explicações para os insucessos do PMDB nas urnas é a falta de um conteúdo ideológico definido.
"Não há nenhuma sinergia entre os setores nacional e regional. Esses chefes políticos não se movem por ideologia. Eles fazem alianças que avalizem os projetos políticos", afirmou.
"E o PMDB também se deu mal por conta da polarização entre Lula e Collor, em 1989; e entre Lula e FHC, em 1994. Não que eles não merecessem, mas não havia espaço para outros nomes."
Zaidan Filho afirma que o partido foi mudando ao longo dos anos e não é hoje nem sombra do que era nos anos 1980. "O PMDB perdeu importância, como o outro partido --o PDS, depois PFL e hoje DEM-- originário da ditadura. Depois da transição para a democracia, ele se tornou elefante branco, sem definição ideológica clara, sem comando. Também deixou de ser de centro-esquerda, tornou-se um partido de oligarquias regionais", disse.
"Apesar da maior capilaridade da história, está repartido em mil pedações. O PMDB não tem dono."
O cientista ainda lembra que Michel Temer será o primeiro peemedebista de carteirinha a assumir a Presidência, já que Sarney e Itamar ingressaram no partido às vésperas de assumir o poder.
"Sarney foi da Arena, da UDN, depois PDS e PFL, ou seja, não tinha ligação com o PMDB. Ele foi fruto de uma aliança do partido com liberais. Já Itamar, apesar de ter integrado o antigo MDB, saiu e não tinha ligação histórica com o PMDB", afirmou.
"Depois que assumiu, ele virou um pedaço do partido, que era o pedaço da oposição. Ele nunca teve unanimidade e, de fato, não tinha a confiança dos grupos."

O SENADO AFASTOU DILMA DA PRESIDÊNCIA. VOCÊ SABE O QUE ACONTECE AGORA?

terça-feira, 10 de maio de 2016

Bandido cospe em repórter e leva soco no rosto; assista

CONFIRA MOMENTOS INESPERADOS OCORRIDOS NA TELEVISÃO




O repórter Clemildo Amaral, da TV Ponta Negra, afiliada do SBT no Pará perdeu a cabeça durante uma reportagem ao vivo e agrediu em um bandido nesta sexta-feira (6). Tudo aconteceu depois de o criminoso cuspir no jornalista.
VOCÊ VIU? Homem invade link do SBT e ataca a Rede Globo
O rapaz, que estava algemado, não gostou de ser questionado e atacou o profissional. No mesmo momento, Clemildo revidou com um soco no rosto do jovem.
As câmeras mostraram que o bandido ficou com um corte no rosto. O repórter, por sua vez, apenas limpou a cusparada e continuou com a reportagem normalmente.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Senado mantém processo de impeachment e Dilma pode deixar cargo na quarta-feira

Presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) decidiu ignorar a decisão do presidente da Câmara
Calheiros disse que aceitar ofício de Maranhão seria "brincar com a democracia"Reuters
O presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) decidiu nesta segunda-feira (9) manter a tramitação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado. A decisão foi anunciada horas após o presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), anular a sessão de 17 de abril que aprovou a admissibilidade do impedimento da presidente e remeteu o processo ao Senado.
Após o anúncio de Calheiros, senadores governistas se revoltaram e começaram a discutir com o presidente da Casa, que foi obrigado a suspender a sessão por dois minutos.
— Vou suspender a sessão para que vocês gritem em paz.
Com a decisão, fica mantido o cronograma do processo de impeachment no Senado. Ainda hoje será lido em plenário o parecer aprovado sexta-feira (6) pela Comissão Especial, que recomenda a abertura do processo.
E, na quarta-feira (11) o plenário vota o relatório. Se for aprovado — por maioria simples —, a presidente é afastada imediatamente do cargo, por até 180 dias, até que o processo seja finalmente julgado.
Calheiros criticou a postura de Maranhão e comparou o documento enviado hoje pelo presidente interino da Câmara, um ofício, com aquele remetido ao Senado em 18 de abril, uma resolução.
— O precedente [da votação do impeachment] de 1992 ocorreu exatamente com a comunicação da autorização da Câmara ao Senado Federal por meio de um oficio, e não por meio de uma resolução. Como poderia dizer que aquela comunicação [de 1992] valeu, e que a atual de 2016 não teria valido?
Calheiros classificou a decisão de Maranhão de “absolutamente intempestiva” e afirmou que, se a aceitasse, seria “brincar com a democracia”.
— Aceitar essa brincadeira com a democracia seria ficar pessoalmente comprometido com o atraso do processo.
Ele ainda questionou Maranhão por ter tomado uma decisão “monocrática”, ignorando a votação do plenário da Câmara, que aprovou, por 367 votos, a admissibilidade do processo.
— Sem falar do princípio mais sagrado do Parlamento, o da colegialidade. Nenhuma decisão monocrática pode se sobrepor à decisão colegiada, tanto mais quando essa decisão foi tomada pelo mais relevante colegiado da Casa, o próprio plenário, e ainda mais pelo quórum verificado.
Visão dos senadores
O líder do governo no Senado, senador José Pimentel (PT-PI) questionou a decisão de Calheiros e ressaltou que o ofício a respeito do impeachment deve ser devolvido à Câmara dos Deputados. Para Pimentel, a denúncia contra a presidente “chega nula” ao Senado e a sessão de votação marcada para quarta-feira deve ser suspensa.
— Faço essa questão porque o presidente da Câmara prega a nulidade e tudo o que foi aprovado a partir dali é ilegítimo.
O senador Waldemir Moka (PMDB-MS), por outro lado, afirmou que a decisão de Maranhão, para ter validade, deveria ter ocorrido durante a votação da matéria na Câmara. Ele observou que o prazo para invalidar aquela votação já transcorreu e, portanto, cabe agora ao Senado decidir ou não pela abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.
— Lamentavelmente, a decisão de sua excelência, o deputado federal Waldir Maranhão, foi uma decisão monocrática. Ele sequer ouviu seus colegas de Mesa, ele sequer ouviu sua assessoria. E é uma decisão irresponsável, porque só traz instabilidade política, que agrava a crise e a situação do país.
Já o senador João Capiberibe (PSB-AP), mais ponderado, afirmou que "não vê saída para a crise por meio do processo de impeachment".
— O impeachment é a opção pelo confronto. (...) Essa é uma briga pelo poder, por dois partidos que governaram por cinco anos juntos, [o PT e o PMDB].
Capiberibe faz parte do bloco de senadores que defende a convocação de novas eleições para resolver o atual imbróglio político brasileiro. Ele ainda fez um apelo à presidente Dilma e ao vice-presidente Michel Temer para que renunciem a seus cargos.
Calheiros, em seguida, afirmou que o Brasil está vivendo "talvez o maior impasse que já viveu".
— Se não encontrarmos uma saída dentro da democracia, estaremos expostos à intolerãncia.

GAROTA GASTA MILHÕES DEPOIS QUE BOLADA FOI COLOCADA POR ENGANO NA CONTA DELA, MAS ALGO DEU ERRADO

O que você faria se descobrisse que, do dia pra noite, aparecesse uma quantia aproximada de R$ 16.3 milhões na sua conta bancária? Parece sonho, mas não é. Christine Jiaxin Lee, de 21 anos, recebeu essa grana toda, quatro anos atrás, mas foi presa só agora. A história virou, na real, um pesadelo




Christine nasceu na Malásia, mas foi presa em Sydney, Austrália. Ela recebeu essa grana em 2012 e gastou a bolada toda comprando bolsas e produtos luxuosos