quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Procon de Juiz de Fora abriu um procedimento administrativo para investigar o Itaú devido ao fechamento de agências físicas na cidade

 


Notícias recentes confirmando que agências do Itaú Unibanco em Juiz de Fora estão fechando, e essa situação está gerando repercussão local e investigação do Procon, especialmente pelos impactos no atendimento presencial.

📉 O que está acontecendo em Juiz de Fora

🧾 O Procon de Juiz de Fora abriu um procedimento administrativo para investigar o Itaú devido ao fechamento de agências físicas na cidade. A investigação busca apurar se a redução dos pontos de atendimento presencial está violando direitos dos consumidores, principalmente de idosos e pessoas que dependem do atendimento presencial por não terem facilidade no uso de canais digitais.

📊 Segundo o Procon, três agências do Itaú foram fechadas em Juiz de Fora, e o foco da investigação é a migração acelerada de clientes para serviços exclusivamente digitais, sem alternativas adequadas para quem precisa do atendimento face-a-face.

⚖️ O órgão de defesa do consumidor deu prazos ao banco para explicar os critérios usados e apresentar soluções, podendo exigir a suspensão de novos fechamentos ou até mesmo a reabertura temporária de unidades já encerradas, caso não sejam apresentadas justificativas que protejam os direitos dos consumidores.

🏦 Por que isso está acontecendo

📉 Os fechamentos fazem parte de um movimento mais amplo do Itaú e de outros bancos no Brasil de redução da rede física de agências, concentrando mais operações em plataformas digitais, aplicativos e canais remotos. Em 2024 e 2025 o banco removeu dezenas de unidades pelo país como parte dessa reestruturação.

💻 A estratégia, defendida pelo banco em notas públicas, é que a maioria das transações de pessoas físicas já ocorre por meio digital — segundo o próprio Itaú, cerca de 97 % das operações são feitas pelo aplicativo ou internet banking — e por isso há foco na experiência digital para a maioria dos clientes.

📍 No entanto, entidades de defesa do consumidor e sindicatos criticam a falta de alternativas presenciais e de diálogo com a comunidade local, destacando que muitas pessoas ainda dependem do atendimento presencial (inclusive para serviços essenciais como saque, abertura de conta ou orientação sobre produtos financeiros).

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