segunda-feira, 11 de maio de 2015

Três pessoas morrem em acidente na Zona da Mata





Homem solta cachorro na PM durante ação em Santos Dumont

Policiais cumpriam mandado de busca e apreensão na casa do suspeito.

Dono instigou cão da raça rottweiler contra os policiais; animal foi morto.

Fotos apreensão Santos Dumont  (Foto: PM Santos Dumont/Divulgação)
Dinheiro foi apreendido na casa do suspeito em Santos
Dumont (Foto: PM Santos Dumont/Divulgação)
Um homem de 32 anos foi detido por tráfico de drogas em Santos Dumont, na Zona da Mata, nesta sexta-feira (9). Os policiais foram cumprir mandado da prisão na casa do suspeito no Bairro da Glória e, durante a ocorrência, o suspeito soltou um cachorro da raça rotweiller, que atacou os PMs.
De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), o homem estava no quintal de casa e não obedeceu a ordem para abrir a porta. Os PMs arrombaram o portão e, neste momento, o dono da casa soltou o cachorro.
O homem recebeu ordem para conter o animal e a descumpriu. De acordo com o BO, foi necessário que um dos militares usasse da arma de fogo para conter o cachorro, que foi morto.
No telhado da casa do suspeito foi encontrada uma pedra de crack do tamanho aproximado de uma bola de sinuca. Dentro da residência foram apreendidos nove papelotes de cocaína, diversos Certificados de Registros de Veículos (CRV), Certificado de Registro de Licenciamento (CRLV), extratos bancários, comprovantes de depósitos, aparelhos celulares, além da quantia de R$ 1.470.
O homem foi levado para a Delegacia de Polícia Civil em Santos Dumont. O G1 tentou apurar o andamento do caso, no entanto, as ligações não foram atendidas.

Estudantes organizam ato contra racismo em universidade de MG

Estudantes organizam ato contra racismo em universidade de MG

Projeto na UFJF foi inspirado na campanha americana “I, Too, Am Harvard”.
Mobilização nacional acontece nesta quarta-feira (13).


Um grupo de estudantes da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) vai realizar um ato contra o racismo nesta quarta-feira (13). A campanha "Ah, branco, dá um tempo" vai direto ao ponto e exige que questões de raça e cor sejam discutidas e difundidas, não só no ambiente acadêmico, mas em toda a sociedade. Em nota ao G1, a UFJF informou que está atenta à campanha e apoia o movimento dos alunos. 
O projeto foi inspirado na campanha “I, Too, Am Harvard”, da Universidade de Harvard. Nos Estados Unidos, as manifestações ganharam proporção e resultaram em uma conferência, que aconteceu em outubro de 2014. Já em 2015, foi abrasileirado, primeiramente, na Universidade de Brasília (UnB).
A ideia é simples e tem se mostrado efetiva. As pessoas devem escrever em uma folha de papel a expressão que está cansada de ouvir e postar nas redes sociais com as hashtags da campanha.
O grupo já realizou duas sessões de fotos no campus da UFJF, que acumulam dezenas de pessoas indignadas com mensagens corriqueiras. Agora, os estudantes se preparam para a grande representação nacional, nesta quarta-feira (13).
A fotógrafa Paula Duarte, uma das organizadoras, explicou como surgiu a ideia de adaptação. “Uma amiga viu a repercussão que deu na UnB e me chamou pra fazer aqui na cidade. Começamos a convidar algumas pessoas e já temos um coletivo com cerca de 30 organizadores”, contou.
Paula Duarte Comunicação (Foto: Divulgação/Divulgação)A fotógrafa Paula Duarte é uma das organizadoras
do ato na cidade (Foto: Divulgação/Divulgação)
Para ela, o movimento ganhou repercussão dentro da UFJF, justamente por retratar casos que são considerados comuns aos negros. “No início, convidamos algumas pessoas conhecidas, que foram chamando outros amigos e o movimento cresceu. A ideia colou pelo sentimento que todos tinham em comum. São frases que escutamos no dia a dia e que são consideradas normais, mas incomodam”, afirmou.
Paula disse ainda que os estudantes não procuraram apoio das faculdades, mas mesmo assim alguns professores e funcionários se dispuseram a participar. Para ela, a informação é essencial para derrotar o preconceito. “Em termos de sociedade, temos um despreparo muito grande para tratar qualquer questão relativa à raça e isso também acontece no ambiente universitário”, concluiu.
A estudante Demaísa Alves, de 22 anos, luta pela implementação na UFJF do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, como manda a Lei 10639/03, de janeiro de 2003. O Ministério da Educação (MEC) criou, em 2004, uma resolução que institui diretrizes para a criação das disciplinas. Mais tarde, em 2009, lançou um plano para obrigar o ensino de história da Áfricae, desde então, vem cobrando dos cursos medidas de adaptação curricular.
Demaísa Alves - Filosofia (Foto: Paula Duarte/Divulgação)A estudante Demaísa Alves participa de um grupo que cobra mudança curricular (Foto: Paula Duarte/Divulgação)
Alves acredita que o debate já deveria ter sido criado, mas garante que estão fortes na legitimação. “Criamos o movimento para debater e auxiliar nessas mudanças de currículo, já que a lei tem mais de 10 anos, conta como critério de avaliação de curso e a maioria das pessoas nunca ouviu falar dela”, contou.
Há cerca de quatro semanas, o curso de Medicina da UFJF decidiu puxar a fila e reformular seu projeto pedagógico. Isso aconteceu depois de um estudante procurar a coordenação para questionar sobre o andamento da adaptação da lei, como já tinha feito um ano antes. A coordenadora o convidou, então, para auxiliar na construção do novo texto, incluindo as disciplinas propostas pelo MEC. “Tivemos essa movimentação no curso de Medicina, o que já ajuda a puxar para os outros cursos da área de Saúde. A partir daí, queremos levar a discussão para todas as unidades da universidade”, explicou a estudante.
Só através da educação nós podemos mudar a realidade atual e construir relações mais justas"
Demaísa Alves, estudante
Para Alves, a comunidade como um todo tem estranhado a repercussão atual sobre as questões sociais porque ainda vive em uma sociedade que acredita numa democracia racial que, segundo a estudante, não existe. “O fato da UFJF ter se manifestado em rede social pode nos fazer ganhar mais apoio e divulgar nossa ideia, que é a de construir, junto com a comunidade, um debate que muitas pessoas não querem, mas que é extremamente necessário. Só através da educação nós podemos mudar a realidade atual e construir relações mais justas”, finalizou.
A UFJF enviou nota ao G1 em que diz estar ciente da infeliz realidade de casos de racismo em ambientes acadêmicos. Para reverter este quadro, a universidade desenvolve políticas de ações afirmativas e inclusão, garantindo direitos iguais a grupos sociais que foram excluídos dos processos de desenvolvimento social, educacional, cultural, político e econômico do país. A instituição também afirmou que está atenta à campanha dos estudantes e apoia o movimento dos alunos.
Sobre a adesão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, a universidade disse que tem trabalhado em várias frentes, inclusive com a revisão de grades curriculares para a inclusão de matérias sobre cultura afro-brasileira, africana e indígena. Além disso, realiza campanha com instalação de banners em toda a instituição sobre ‘Intelectuais Negros/as: raízes de sabedoria e transformação’, conforme a nota.
Carolina dos Santos Bezerra Perez - ufjf (Foto: UFJF/Divulgação)A diretora de Ações Afirmativas da UFJF, Carolina dos Santos Bezerra Perez, aderiu à campanha na última quinta-feira (Foto: UFJF/Divulgação)
Na noite da última quinta-feira (7), a UFJF já tinha tornado público seu posicionamento, ao publicar em sua página oficial no Facebook, uma foto da diretora de Ações Afirmativas da intuição, Carolina dos Santos Bezerra Perez, aderindo à campanha. A criação da Diretoria de Ações Afirmativas é uma das iniciativas citadas pela UFJF e tem como objetivo articular os diferentes órgãos da universidade, adotando estratégias e fomentando processos de conscientização da comunidade acadêmica. Como resultado, a diretoria espera diminuir o racismo, o preconceito e a discriminação.
Quem quiser participar do movimento “Ah, branco, dá um tempo” deve escrever em um cartaz as frases que mais o incomodam no âmbito da discussão racial, tirar uma fotografia e postá-la nas redes sociais com as hashtags #AhBrancoDaUmTempo e #13deMaio. Esta data não foi escolhida aleatoriamente. Em 13 de maio é lembrado o Dia da Abolição da Escravatura, quando, em 1888, a Lei Áurea foi assinada pela princesa Isabel para extinguir a escravidão no país.
Em Juiz de Fora, os estudantes vão se reunir em frente ao Restaurante Universitário, no campus da UFJF, a partir das 11h. No local, vão confeccionar novos cartazes e se manifestarem. Para obter outras informações, os interessados devem acessar o tumblr do projeto na cidade ouconfirmar presença no evento e participar das discussões.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Criança de 2 anos morre espancada em Juiz de Fora

Menina teria sido agredida a chutes e socos até a morte no Bairro Granjas Bethânia. Crime reacende discussão sobre maus-tratos à infância

O pedreiro Wesley, antes do sepultamento, se despede pela última vez da filha

A morte por espancamento de uma menina de 2 anos provocou comoção ontem em Juiz de Fora e levou à prisão da mãe da criança e do padrasto ainda durante o velório. Os dois são suspeitos de terem matado Luana Silva da Rocha a chutes e socos. Ela morreu em decorrência de múltiplas fraturas e várias lesões internas no corpo. De acordo com o delegado Rodrigo Rolli, o crime ocorreu na casa onde a família vivia, no Bairro Granjas Bethânia, Zona Nordeste. O caso reacende a discussão sobre os maus-tratos à infância e traz à tona a falta de um diagnóstico sobre a situação da infância e da adolescência em Juiz de Fora. Não há dados sistematizados sobre o número de crianças vitimadas. Os últimos levantamentos são de 2011.
Após ser espancada, a princípio pelo padrasto, Luana foi levada já sem vida, dentro de um coletivo, até o Pronto Atendimento Infantil (PAI), no Morro da Glória, por volta das 18h de quarta-feira. “O casal já saiu de casa sabendo que ela estava morta. Na unidade, eles alegaram que a criança havia caído. Os médicos desconfiaram, a PM foi acionada, e o corpo foi levado para o IML”, disse Rodrigo Rolli. A violência foi constatada por meio do exame de necropsia.
De acordo com o atestado de óbito assinado pela médica legista Isabelle Ventura, a morte foi provocada por trauma contundente, traumatismo crânio encefálico e hemorragia na cabeça. A Delegacia de Homicídios foi acionada pela legista no final da manhã de ontem.
Conforme o delegado, a mãe de Luana, de 25 anos, relatou que a filha começou a ser espancada depois de uma briga entre o casal. “A mãe fala que, durante uma discussão com ela, o companheiro começou a agredir a menina. Em um primeiro momento, ela afirma que tentou defender a filha, mas a criança acabou caindo no chão, e o homem começou a chutá-la de forma incessante. A mãe alega que, quando tentava defender a filha, era ameaçada pelo companheiro. Depois, a mulher acaba falando que também bateu na criança”, comentou Rolli.
O delegado afirmou que a mulher disse que o companheiro, de 28 anos, nunca gostou da criança. “A princípio, ela seria indiciada por omissão. Porém, depois do velório, familiares da mulher prestaram depoimento e relataram que ela sempre negligenciou a criança e que já a havia maltratado. Ficou claro que ela não foi pressionada pelo companheiro e que também tinha participação direta no crime”, destacou Rodrigo Rolli.
O depoimento da dupla chamou a atenção dos policiais pela frieza. “O exame pericial já havia constatado a violência, porém, só de olhar a criança era claro que ela havia sido espancada: tinha vários hematomas, e isso acabou chamando a atenção dos presentes no velório, que ficaram com os ânimos exaltados. Tivemos a informação que, após o sepultamento, o casal iria para o interior do Rio de Janeiro. Ainda a caminho da delegacia, dentro da viatura, eles confessaram o crime com naturalidade”,comentou o inspetor Anderson Salvador. A dupla teve o flagrante confirmado por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e tortura por meio cruel. Ambos seriam encaminhados para o sistema prisional.
Conselho Tutelar
A conselheira tutelar da Região Leste, Maria de Lourdes Martins Dias, informou ter sido acionada pela médica do PAI por volta das 19h30, quando soube que a criança já havia falecido. “A função do conselho é cessar a violação de direito. Nesse caso, como o fato já estava consumado, havia a suspeita da ocorrência de um crime. Por isso, fiz contato com a PM, que se prontificou a atender o chamado imediatamente.” Segundo Maria de Lourdes, o Conselho não possui nenhum registro de atendimento da família de Luana.

Perplexidade durante sepultamento

Luana Silva da Rocha foi sepultada por volta das 14h30 de ontem, no Cemitério Municipal. O pai da criança, Wesley Tomaz da Rocha, de 32 anos, carregou o caixão branco nos braços pelas alamedas até o local do sepultamento. Seu choro agudo contrastava com o silêncio e com os olhares de perplexidade de familiares, amigos e demais pessoas que lá se encontravam para outros velórios. Ao longo do trajeto, com a voz trêmula, o pai lamentava: “Mataram minha filha”. Antes do sepultamento, a urna foi aberta pela última vez. Inconsolável, o pai da pequena Luana se debruçou sobre o corpo e se despediu: “O pai ama você e vai estar sempre ao lado.”
Após o enterro, com indignação, Wesley que é pedreiro e mora no Bairro Três Moinhos, contou como soube da morte da filha. “Eu estava trabalhando quando recebi a notícia e, imediatamente, fui tomado por um sentimento de vazio muito grande”, lamentou.
Desde os cinco meses, Luana morava com os tios, Jorge Vinícius Cassimiro Gabriel, 27, irmão da mãe da menina; e Juciléia da Silva Braz Cassimiro Gabriel, 33. De acordo com a tia, ela havia sido abandonada pela mãe e, posteriormente, pelo pai biológico, pois ambos não tinham condições de cuidar da criança. Com o casal de tios, ela permaneceu até o mês passado, quando a mãe solicitou ficar com a criança na casa dela e de seu companheiro, no Bairro Granjas Bethânia. A tia disse que a mãe apenas quis levar a filha e não apresentou motivos. Como os tios não tinham a guarda legal de Luana, ela foi entregue. “Era uma criança muito carinhosa, dormia bem, comia bem, brincava demais com minha filha, pois as duas frequentavam a mesma creche”, contou Juciléia, que trabalha como doméstica. “Recebemos a notícia da morte da Luana por meio da mãe e do padrasto, que foram até nossa casa e nos avisaram. Achamos que era brincadeira, mas depois essa tristeza se confirmou”, relatou a tia.
Com a voz embargada, a mulher contou que Luana era como se fosse sua filha. “A imagem que ficou na minha memória é de quando ela me chamava de mamãe. Eu chegava do serviço, ela ficava alegre e dizia aos berros: Mamãe chegou! Ela adorava fazer dengo para outras pessoas. Era um anjo”.

Para impedir 'sequestro' de filho, mãe reage a roubo de carro no DF; vídeo

Para impedir 'sequestro' de filho, mãe reage a roubo de carro no DF; vídeo

'Se eu entregasse, sairiam com meu filho', disse mulher; ninguém se feriu.
Câmeras de segurança filmaram ação em estacionamento da 402 Sul.



Para evitar que ladrões levassem o carro com o filho dentro, uma mulher reagiu à ação de dois assaltantes, um deles armado, no estacionamento de um bloco residencial da 402 Sul, emBrasília. As câmeras de segurança de um prédio em frente ao local da ocorrência registraram o momento em que a mãe luta para impedir que um dos criminosos leve a bolsa dela e as chaves do veículo.

A vítima afirma que entregou os pertences assim que o menino deixou o carro e foi ao encontro dela. Os bandidos pegaram a bolsa com todos os documentos e fugiram com o carro. Ninguém se feriu.
“Pediram a bolsa, pediram a chave do carro. Só que eu não podia entregar assim tão rápido, reagi um pouco. Não entreguei de primeira porque meu filho não tinha saído do carro, estava lá dentro. Se eu entregasse a bolsa e a chave eles sairiam com meu filho dentro do carro”, diz a mulher, que não quis se identificar.
As câmeras mostram toda a ação, que dura menos de 20 segundos. Os ladrões anunciam o assalto no momento em que ela desce do veículo, deixa a mochila do filho na calçada e ajeita a bolsa. Apesar de um dos criminosos estar armado, ela disputa a bolsa até a chegada do garoto.


quinta-feira, 7 de maio de 2015

Mãe e padrasto são presos em velório após assassinato de criança de 2 anos

Vítima era filha da jovem de 25 anos.

Suspeitos confessaram infanticídio e são ouvidos em Juiz de Fora.


A mãe e o padrastro de uma menina de dois anos foram presos nesta quinta-feira (7) durante o velório da criança, no Bairro Granjas Betânia, em Juiz de Fora. Segundo a Polícia Civil, eles são suspeitos de assassinato.

O infanticídio foi descoberto em trabalho conjunto do Instituto Médico Legal (IML) e da Delegacia Especializada de Homicídio. Quando o corpo da criança foi analisado, a médica legista constatou a morte por violência e acionou os investigadores.
Os suspeitos, de 25 e 28 anos, foram detidos durante o velório da criança. Eles confessaram o crime e são sendo ouvidos neste momento na Delegacia de Homicídios. Nas próximas horas os investigadores apresentarão o casal e fornecerão detalhes da investigação.

Polícia registra duplo homicídio de trabalhadores rurais em Faria Lemos

Vítimas foram atingidas na cabeça por suspeitos que ainda estão foragidos.

Polícia Militar faz rastreamento pelo local.

assassinatos fazendas faria lemos (Foto: Silvan Alves/Arquivo Pessoal)

Dois homens, de 45 e 51 anos, foram assassinados na tarde desta quarta-feira (6), na zona rural de Faria Lemos.
De acordo com as informações preliminares da Polícia Militar (PM), eles eram funcionários de fazendas da região e estavam trabalhando quando outras duas pessoas foram até os locais e efetuaram os disparos, que acertaram a cabeça das vítimas.
Ainda segundo a PM, os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Muriaé e já foram liberados para familiares. Os dois suspeitos estão foragidos e os policiais fazem rastreamento pelo local.